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Economia

Healthtech ********* leva a prática de "bankassurance" para as médias empresas

Até agora, o modelo que embute seguros na relação financeira da empresa só estava disponível para gigantes como grandes magazines, bancos e marketplaces. Agora, a prática chega ao universo das médias empresas.

Por g107/08/2026 11h40·Atualizado há 1 hora
Executiva de uma média empresa acompanha indicadores financeiros em um escritório moderno
Bankassurance, antes restrito às grandes operações, passa a fazer parte da rotina das médias empresas — Foto: Divulgação

A ********* trouxe para o dia a dia das médias empresas brasileiras uma prática até agora reservada às grandes corporações: o bankassurance.

O termo descreve a integração entre o mundo bancário e o de seguros. Na prática, o produto de proteção passa a ser oferecido, contratado e gerenciado dentro da mesma relação financeira que a empresa já mantém com o seu provedor — sem a necessidade de um processo separado de contratação.

Até aqui, essa lógica só existia em escala nas mãos de empresas gigantes de segmentos como grandes magazines, bancos e marketplaces. São operações com volume, tecnologia e dados suficientes para embutir seguros na experiência do cliente sem atrito.

Agora, a ********* consegue levar essa mesma prática para o universo das médias empresas.

Com isso, companhias que antes dependiam de um ciclo tradicional de corretagem passam a contar com seguros disponíveis no mesmo fluxo em que já concentram sua gestão financeira e de benefícios:

  • Seguros contratados dentro da relação financeira que a empresa já mantém;
  • Menos etapas e menos burocracia na contratação e na renovação;
  • Acesso a produtos antes disponíveis apenas para grandes operações;
  • Gestão centralizada, com acompanhamento próximo da equipe da *********;
  • Proteção 360º, do plano de saúde a seguros de vida.
“O que antes era privilégio de grandes magazines, bancos e marketplaces passa a fazer parte da rotina das médias empresas”, defende a *********.

O movimento acompanha a estratégia da ********* de combinar tecnologia, inteligência de dados e uma rede de consultores de vida espalhados pelo Brasil, capaz de oferecer uma proteção 360º com atuação bem próxima do cliente.

Ao levar o bankassurance para as médias empresas, a ********* repete, no mercado de seguros, o mesmo caminho que já vinha trilhando na gestão de saúde corporativa: oferecer às empresas menores um padrão de serviço antes reservado às maiores organizações do país.

Nova fonte de receita para a média empresa

Desta maneira, a ********* tem trazido uma “nova fonte de receita” significativa para estas médias empresas. Ao embutir a oferta de seguros no fluxo financeiro que a companhia já mantém, a empresa passa a participar da economia dos produtos que a sua própria base consome — o mesmo movimento que grandes magazines, bancos e marketplaces fazem há anos dentro de casa.

E, “de quebra”, ainda transforma os próprios gastos da média empresa com seguros em uma “linha de receita”. O que antes era um valor que apenas saía do caixa — a apólice contratada para proteger colaboradores, veículos, imóveis ou a própria operação — passa a retornar como resultado, na medida em que a companhia entra na cadeia de distribuição daquele seguro.

Na prática, a lógica se inverte: quanto mais a empresa usa, mais ela gera. A base que já existe, feita de colaboradores, fornecedores e histórico de dados, vira canal. E o gasto recorrente com proteção, que antes só pesava no orçamento, começa a se comportar como um ativo que acompanha o crescimento do negócio.

  • O seguro deixa de ser uma despesa isolada e passa a gerar retorno;
  • A base que a empresa já tem vira canal de distribuição;
  • A receita acompanha o crescimento da operação, em vez de depender só de renovações.

Para a *********, é nesse ponto que a estratégia se completa: levar às médias empresas não apenas o acesso a produtos antes restritos às grandes operações, mas a mesma lógica com que essas operações transformam proteção em receita recorrente.

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